Normalmente, quando pensamos na felicidade que almejamos na vida, somos seduzidos pelos superlativos, sem prestar muita atenção aos pequenos encantos que se apresentam diariamente em nosso mundinho.

Quando crianças, principalemente, sonhamos com um futuro colorido e brilhante, onde a imperfeição foi erradicada totalmente do planeta. Ao chegarmos na idade adulta nos deparamos com a realidade simplinha e imperfeita, cheia de problemas e contas a pagar.

Será isso a extrema infelicidade?

Não penso assim...

Se nossa ambição de felicidade for megalomaníaca poderemos ter problemas de fato, pois deixaremos de aproveitar muitos pequenos momentos de felicidade que batem à nossa porta à todo momento: aquele cafézinho recém passado, um telefonema inesperado de alguém querido, um sorriso de cumplicidade, o sol que brilha lá fora, majestoso, apesar de tudo...

Pequenas amostras grátis de contentamento que vão pontilhando nossa vida e tornando tudo mais colorido. Verdadeiros oásis dentro do caos.

A dica é esquecer do "quando". Temos uma tendência para jogar a felicidade para o futuro, disperdiçando o presente: quando eu tiver mais dinheiro; quando meus filhos crescerem; quando eu conseguir aquele emprego fabuloso.
Quando, quando, quando...

Decidi que quero viver o meu agora e quando o quando chegar vou aproveitá-lo muito, mas sem deixar de lado o "por enquanto".

Quero ser feliz vendo meus filhos crescer, mesmo que muitas vezes me incomodem. Quero ser feliz por ter minha saúde de volta. Quero ser feliz por te um marido maravilhoso, que pode não ser perfeito, mas é perfeito para mim. Quero viver acreditando que é melhor ter pequenas doses de felicidade diariamente do que vincular minha vida a um quando que pode nunca chegar.

0 comentários :

Postar um comentário

 
Top