Mesmo após a Rio+20, podemos ver e observar que nosso país cada vez mais é um país de Exclusão Social, beirando a anarquia.
Como disse um guru na Rio+20, fazer o povo feliz dá muito trabalho.

Fazer o povo feliz sempre foi e sempre será o maior trabalho e o maior serviço que existirá sobre a face da Terra, para qualquer um de nós, reforçando as palavras desse guru. E eu, como vocês poderemos morrer sem ver isso acontecer um dia. Mas num dia qualquer desses, poderemos ver o povo brasileiro e a humanidade feliz, nem que seja num dia qualquer. Chico Xavier viu um dia, o povo brasileiro feliz, quando da conquista pelo Brasil de uma das Copas do Mundo de futebol.

Hoje em dia vemos o poder econômico, o poder político, o poder das armas e o poder legal subir nas mesas dos mais ricos, excluindo para sempre os mais pobres, e necessitados, assim como a natureza.
Como toda história tem seu fim, antigamente cada setor produtivo, tinha seu sindicato e seus representantes legais; e suas reivindicações eram discutidas e resolvidas nas mesas de debates entre os trabalhadores da mesma classe social produtiva e trabalhadora, junto com os governos democráticos. Essas resoluções depois se tornavam leis, que eram regulamentadas pelas próprias classes sociais e trabalhadoras. Cada grupo social, cada classe operária e trabalhadora, que não excluíam ninguém, distribuía a renda e o trabalho de acordo com as necessidades sociais e administrativas de sua classe. E com isso diminuía o choque entre ricos e pobres, patrões e empregados, governo e assalariados.

Mas as lideranças dos partidos, os governos e as classes econômicas dominantes, queriam como sempre querem, mais e mais poder e dinheiro. Foi assim que desses dias em diante criaram, dominaram, e incutiram a tal de democracia, onde se apropriaram das leis, do poder econômico, do poder das armas, do poder de legislar em nome do povo, e do poder e domínio sobre o povo. Retirando das classes operárias seu poder econômico, político e social, dominando todas essas classes e o poder político que elas tinham. Não para atender as necessidades básicas, sociais, humanas e produtivas de todas as classes sociais operárias e produtivas. Mas o governo e o poder político, o poder das armas, o poder econômico e o poder legislativo agora passavam a cuidar dos interesses do governo, do poder dominante, das armas, do poder político, que se intitulavam os pais e os protetores dos direitos do povo, e de suas necessidades básicas. Com a democracia e os representantes do governo na democracia, e no poder, os representantes do povo se constituíram algozes de um sistema mais escravocrata que nunca. As classes sociais perderam seu poder político, econômico, social, e de amizade e amor ao legislativo. Com isso a sombra do capitalismo, pai da democracia, tornou-se selvagem. Criamos a corrupção, criamos as leis de exclusão sociais, criamos os estados de direito de uns sobre os outros. Em geral dos ricos sobre os pobres, das instituições financeiras sobre a humanidade, dos governos sobre a população e a massa humana, tudo por causa da situação financeira da humanidade que está reclusa às entidades não sociais, e governamentais. Mas o governo perde para as leis corrompidas pelas injustiças sociais, pelo monopólio das instituições econômicas e financeiras, e o governo perde para uma drenagem dos esforços e das economias da humanidade para os faraônicos projetos políticos, acrescidos pela corrupção das drogas, do sexo e da violência sem limites. O que dizer então do fabuloso lucro do comércio das armas.


Com esse excessivo ganho de poder econômico, político, das armas, da legislação, e de manipulação das classes sociais, e produtivas, em geral por causa dos interesses políticos; as migalhas que caem das mesas dos ricos, para a humanidade e a natureza, tornaram-se mais escassas, porque estão sendo sempre vinculadas para planos políticos eleitoreiros, ou projetos financeiros, megalomaníacos.
Exclui-se a maioria dos povos da Terra, das suas necessidades básicas, e perdemos as oportunidades de cuidarmos da Natureza, da Terra e do Homem. Esse ser integral, e único no planeta e no Universo.
O Brasil como não podia deixar de ser a Pátria do Evangelho, o Coração da Humanidade, o Celeiro do Mundo e agora a única reserva florestal e de água do planeta para abastecer e matar a sede e a fome de milhares e milhões de pessoas.


Copia o mesmo modelo político, econômico, e das armas, que destruirão o mundo, apesar de todas as advertências e exemplos que temos no Planeta. E exemplos muito recentes.
Cadê os Mognos, cadê os Cedros do Líbano, cadê as Selvas e matas africanas. Será que alguém se lembra que não se passaram nem dois mil anos da extinção dessas maravilhas da natureza, ocupadas agora por desertos, gente faminta, com sede e armados.
Matando-se por causa de qualquer coisa, como sejam as suas etnias, nacionalidades, comida, pedras preciosas, pão, drogas, armas, e poder.


Quando será que aprenderemos alguma coisa sobre o homem e a humanidade, de verdade?
Pelo que sei eu creio, acho que ninguém do poder político, social, econômico, das armas, da guerra, das leis querem saber e não tem mais poder algum para parar a destruição deste planeta.
Eu creio que nunca mais aprenderemos nada neste planeta, porque não estamos absolutamente interessados. Nada nos motiva para aprender alguma coisa a mais neste planeta, a não ser aquilo que as ordens da classe dominante, econômica, e política dizem.


Os donos do mundo, os donos das coisas, os donos do poder, das armas, do dinheiro, dos lucros exorbitantes com o trabalho humano, não perdem por esperar porque será rápida a perda dos seus poderes de super heróis; com o destronamento das suas ambições ilimitadas.
Quando se lembrarem de que estão sendo as vítimas de seus próprios sistemas e pensamentos desumanos.
Será muito tarde para acordarem desse profundo sono de normose em que se aprisionaram e em que aprisionaram e mataram a maioria da humanidade.


Como o povo disse os bandidos tem direito de defesa e de falar para a humanidade. Mas nem nós, nem Deus e nem todos os homens e mulheres tem Obrigação de ficarem ouvindo tantos absurdos alienadamente.
Para a Espiritualidade, esta hora da humanidade, é a hora, da Colheita Divina.
As Colheitadeiras, e as ceifadeiras já estão recolhendo os frutos de cada um.
Que cada ser humano avalie se sua participação no sucesso da sobrevivência da humanidade faz parte de seus projetos agora e para todo o futuro da humanidade.


E cada ser humano deve avaliar, se você já morreu para a humanidade e ainda não sabe disso, e está dormindo, ignorando que você já perdeu seu direito de sobreviver e de estar sobre esta Terra junto com os outros seres humanos como nós.


Lutando pelo bem estar da humanidade, pela paz mundial, pelo bem estar seu e de cada ser humano na sua individualidade e para a prosperidade de todos e de cada um.
Você serviu á humanidade, ou serviu a si mesmo? Ou viverá para sempre aprisionado no seu sonho e deliro de grandeza infantil.
A Humanidade precisa de pessoas, homens e mulheres de respeito, de bem, de bons pensadores, e adultos espiritualmente falando.


E que amam de coração a Humanidade, o Planeta, a Terra, os animais, e a Natureza.
Sem o que a sua espiritualidade não serviu em nada para a sua evolução e para a evolução deste planeta. Que seguirá seu curso evolutivo sem a sua perniciosa e nefasta presença. Se você não participou em nada, e não fez nenhum esforço para se melhorar como ser humano que você é; para melhorar a humanidade que te cerca e para melhorar o Planeta e a Terra como ela merece ser cultivada e tratada.
Existe um trabalho da Dra Michaella Cloker, chefe da divisão médica do Goetheanum em Dornach na Suíça, sobre Pedagogia Social, pela Ciência da Antroposofia de Rudolf Steiner, em que ela diz: que 20% da humanidade, de agora em diante será de jovens e crianças, que deverão entrar para o trabalho cedo ou não, ou para o comércio de armas e drogas; 20% serão as pessoas sadias que restarão para trabalhar e sustentar esses exageros dos governos e a democracia; 20% serão aposentados e nem todos estarão trabalhando; e 20% serão viciados e drogados e que não trabalharão também; e 20% serão vítimas de guerras, da violência e acidentes.


Essa é uma estatística preocupante.
Ninguém só 20% da população viva, jovem e sadia, mais os aposentados pelo tempo de trabalho e sadios é que sustentarão os regimes ditos democráticos, e de Exclusão Social.
Em que vivemos atualmente.
Ninguém sabe e ninguém até hoje que eu saiba, tem alguma proposta para a humanidade nos próximos dois mil anos, ou pelo menos nos próximos cem anos. A economia apela para o comércio do petróleo, como salvadora da humanidade.

Isto quer dizer que não há retorno do sistema de poluição e destruição das reservas naturais e da Natureza.
Como disse antes, não existe chance para os excluídos da Terra, administrarem com sua capacidade de trabalho, criatividade e inteligências, de belíssimas pessoas que existem sobre a face da Terra; solucionarem esses problemas.

Os governos, as ditaduras, as economias e as democracias de exclusão social não deixam o povo e as inteligências humanas desta Terra solucionarem esses problemas da humanidade.
Porque temos que, segundo esses regimes de exclusão sociais, sustentá-los.
Com as nossas vidas, com o nosso trabalho, e com o pagamento de juros e de impostos exorbitantes, na maioria das vezes. Mesmo sendo trabalhadores aposentados.
Confiemos na Espiritualidade e na Providência Divina que sabe que todo esse sofrimento causado pelos regimes de exceção, um dia chegarão ao fim. Esses regimes não cabem mais dentro de uma humanidade sofrida e necessitada de recursos naturais, financeiros, administrativos com competência e humanização, dos recursos morais e espirituais que tanto estão faltando para a humanidade ser incluída, feliz, e sadia.
Para esse fim o Sr Rudolf Steiner e a Espiritualidade nos deixaram um belíssimo Verso para Meditação do Arcanjo Michael, que passo a escrever como epílogo desse texto.

“Temos de erradicar da alma todo medo do que o futuro possa trazer ao homem.
Temos de adquirir serenidade em todos os sentimentos e pensamentos a respeito do futuro.
Temos de olhar para frente com absoluta equanimidade para com tudo o que possa vir.
Temos que pensar somente que tudo o que vier, nos será dado, por um direção mundial plena de sabedoria.
Isto é parte do que temos que aprender nesta era: Viver com pura confiança sem qualquer segurança na existência.
Confiança na ajuda sempre presente do mundo espiritual.
Em verdade, nada terá valor se a coragem nos faltar.
Disciplinemos nossa vontade e busquemos o despertar interior, todas as manhãs e todas as noites.”
Rudolf Steiner.

Atenciosamente.
Dr Cesar de Porto Seguro.
Bahia 24/06/2012

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