Com aprovação do Dr Paulo Maurício, de São João Del Rei – MG.


Essa é a realização do Mistério do Gólgota.
Cristo na Cruz recebe a lança no peito de onde jorra sangue e água; a união do etérico com o astral.
Que então formam uma unidade, o Eu Cristo passa a ser, e é então realizado o Eu Sou.
No Goetheanum a Imagem de Cristo com uma das mãos levantada afasta Lúcifer para cima.
Com a outra mão abaixada afasta Árimã.
Micael com sua lança levantada fere o coração de Cristo que jorra o sangue e a água e se encarna definitivamente na Terra.
Árimã é morto por Micael que sentado em seu cavalo o fere com a mesma lança que feriu o coração de Cristo.
O coração é agora o centro do Eu e das atenções; Cristo é agora o Cristo Rei, o Cristo Sol, o Eu Sou.
O corpo das sensações; a alma da sensação é exemplo do separativismo, que na época de Cristo representava a separação, a desunião entre o homem e Deus; o céu e a Terra, o homem do homem.
E que representava a separação do sentir, do pensar e do querer.
O corpo das sensações, a alma da sensação só tem sentido se o pensar der valor, peso e qualidade a essa sensação.
Originando sentimentos de união entre o querer, o pensar e o sentir.
Isso foi assumido por Cristo na Cruz.
Na cruz o Iesus reuniu para todo o sempre o pensar, o querer e o sentir.
Que com a lança de Micael jorrou para a Terra sob a forma do sangue, e da água, do Eu Sou, do Cristo.
O Cristo então se transformou no Centro do Universo; no Sol da Vida no coração da Terra e do Universo.
E jorrou e jorra de nossos corações, o amor e a calorosidade para todas as pessoas e para todo o Universo.
Não é só pelo corpo das sensações.
O Eu Sou, o Cristo, transforma agora e para sempre, através do querer e do pensar, as sensações, em amor e calorosidades para os homens e para o Universo.
O Cristo, o coração e o Sol são o Centro dos sentimentos, o centro desse amor e dessa calorosidade.

Autor: Dr Cesar de O Ciancio de Porto Seguro-Bahia.
26/05/2012.

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