Inquérito sobre queda de helicóptero em Trancoso culpa piloto e será arquivado


Será arquivado o processo sobre a queda do helicóptero modelo Esquilo, prefixo PR-OMO, que caiu em Trancoso há dois anos. A informação foi dada nessa terça-feira (16/7) pela Vara Criminal do Fórum da Comarca de Porto Seguro. O juiz alegou para o arquivamento, que o responsável pelo acidente está morto.

A aeronave levava sete pessoas que tinham deixado o Rio de Janeiro para passar o fim de semana no resort do empresário Marcelo Mattoso Almeida, que pilotava a aeronave. Todos os integrantes morreram, entre eles a empresária Jordana Kfuri Cavendish, o piloto e empresário Marcelo Mattoso Almeida, a estudante de 20 anos, Mariana Noleto, namorada de Marco Antônio, filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Também estavam no voo o menino Luca, filho de Jordana, a irmã dela, Fernanda Kfuri, de 35 anos, o filho de Fernanda, Gabriel Kfuri Gouveia, de 2 anos, e a babá das crianças, Norma Assunção, de 49 anos. Fernanda era ex-mulher e Gabriel era filho do vocalista da banda “Biquíni Cavadão”, Bruno Gouveia.

Segundo o juiz André Marcelo Strogenski, o delegado que concluiu o inquérito apontou que Marcelo Mattoso Almeida foi o responsável pelo acidente. De acordo com ele, Almeida foi indiciado por homicídio culposo.

O processo apurou que o piloto estava com a habilitação vencida e que se passou por outra pessoa ao decolar fornecendo ao controle de voo o registro de outro piloto. Almeida também não avaliou as condições de tempo, conforme declarações do juiz. Ele disse também, que o processo será arquivado nos próximos dias, porque o responsável, que foi o piloto, está morto. “Já solicitei a certidão de óbito dele, que será inserida no processo para arquivamento”, disse.

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